Na Constelação Familiar em grupo, os participantes são escolhidos pelo constelando para representar ele mesmo, o pai, a mãe, os avós e outros membros da família. Ao ser escolhido para ser representante, o participante pode aceitar ou não o papel, abrindo as portas para um caminho de transformação. A decisão de seguir adiante é pessoal e voluntária.
Ao participarmos de uma representação, vivenciamos experiências que nos colocam em contato com nosso “eu” profundo. Entramos num estado de vazio, onde somos confrontados com nossos sentidos básicos e, por meio deles, podemos experimentar a nós mesmos. A sincronicidade está presente quando somos escolhidos para representar um papel numa constelação familiar, e isso nunca ocorre por acaso.
Muitas vezes, ao assumirmos o papel de outra pessoa, percebemos que estamos prontos para resolver questões que também nos dizem respeito. Dessa forma, a constelação familiar nos permite não apenas ajudar os outros, mas também encontrar soluções para nossas próprias questões internas.
Nesse processo, o futuro deixa de ser uma preocupação, pois estamos plenamente no presente, no aqui e agora. O representante se move no presente, e o essencial é a experiência vivida. Nesse trabalho, não é levado apenas o constelando, mas todos que estão presentes – constelando, representantes e participantes – são incluídos e todos fazem parte dessa força maior.



